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terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Hello, strangers!

Olá a todos, vocês que eventualmente passam por aqui.

Estou mesmo com saudades deste espaço de ser, tão meu quanto virtualmente possível. O que me mantém distante não é falta de inspiração. É falta de tempo, o que parece mentira vindo de alguém que teoricamente está em férias. Mas prefiro dizer que estou em obras. A casa e a alma.

Dentro de mim essa menina cresce e aparece cada vez mais. A barriga se agiganta e o coração tenta acompanhá-la, sem descanso. Ela se move, e eu me arrasto. E essa é a diferença de se estar grávida com 32 e com 38 anos. Seis anos de diferença, seis graus de separação, talvez tudo o que se aproxima da perfeição seja ligado ao seis, já que sete é um número cabalístico tão importante...

Nem sei o que dizer, além disto: tenho algumas ideais que desejo desenvolver aqui. Tenho pouco tempo, e então terei pouquíssimo, e será uma questão de sanidade manter esse espaço funcionando. Mas quero mesmo dizer que estou com saudade deste pedaço de mim que se expande e espalha aqui, no meu Dipshit.

Quero beijá-los, todos, com a boca digital e a língua virtual. Quero que saibam que ainda estou por aqui. Quero que me desculpem por deixá-los sem novidades.

E quero oferecer minha saudade como um presente cheio do mesmo amor que me preenche.


sábado, 9 de outubro de 2010

Under the influence of the moon...

Silêncio.

Tudo em mim é silêncio. Não é proposital. É um movimento para dentro, é o deslocamento da alma na direção dos processos misteriosos que se desenrolam no íntimo do meu corpo.

Os personagens que me habitam normalmente perderam a força para esse intruso, que já foi microscópico e minúsculo, hoje é mínimo, e em breve será grande - mas já é perfeito, porque é meu, e é nosso, e está presente.

A sua companhia, que ainda é indelével, a cada dia se avoluma, e logo será impossível que me passe despercebido. E, na velocidade do tempo que passa, logo estará em meus braços, e eu o alimentarei no meu seio, e a minha vida estará completa.

Então quero dizer que talvez, só talvez, eu fique um pouco distante desse lugar aqui. Não o abandonarei porque é parte de mim - e uma parte importante, que negligenciei por tanto tempo e que hoje me é carissíma. Mas tenho tanto em mim agora a que preciso dar atenção...

Amo todos vocês, meus amigos, meus leitores - tão poucos e tão fiéis - que me acompanharam nessa redescoberta. Perdoem meu distanciamento, e o decréscimo de qualidade que eventualmente sofram meus já nem tão bons escritos. Até a próxima...


As regras do rolê

As regras do rolê são bastantes simples: Fode, mas não se apaixona. Se apaixonar, não fode mais, pra não se foder depois. Tudo o que te ...